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Psicanálise & Educação

Andrea Costa
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domingo, 25 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Endereços de sociedades de PSICANALISE



SÃO PAULO

Sociedade Brasileira de Psicanalise Holística
www.sbph.com.br

Associação Brasileira de Psicanálise - ABP
http://www.abp.org.br

Sociedade Brasileira de Psicanalise de Ribeirao Preto - SBPRP
http://www.sbprp.org.br/sbprp

Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo - SBPSP
http://www.sbpsp.org.br/

BRASILIA

Sociedade de Psicanálise de Brasília - SPB
http://www.spbsb.org.br

RIO DE JANEIRO

Sociedade de Psicanalítica do Rio de Janeiro - SPRJ
http://www.sprj.org.br/

Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro - SBPRJ
http://sites.internit.com.br/sbprj

Associação Psicanalítica Rio 3 - APRio 3
http://www.aprio3.org

Associação Psicanalítica do Estado do Rio de Janeiro - APERJ - Rio 4
http://www.rio4.org.br

RECIFE

Sociedade Psicanalítica do Recife - SPR
http://www.spr-pe.org.br/

SUL

Centro de Estudos Psicanalíticos de Santa Catarina - CEPSC
http://www.cepsc.org.br

Núcleo Psicanalítico de Curitiba
http://www.npc.org.br

Sociedade Psicanalítica de Pelotas - SPPel
http://www.abp.org.br/ent6f.htm#ent6

Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre - SBPdePA
http://www.sbpdepa.org.br

GRUPOS DE ESTUDO

Núcleo Psicanalítico de Curitiba
http://www.npc.org.br

Núcleo Psicanalítico de Belo Horizonte
http://www.sites.uol.com.br

Sociedade Psicanalítica de Mato Grosso do Sul- SPMS
http://www.gesp-ms.com.br

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O POÇO - Pablo Neruda

O Poço
Cais, às vezes, afundas
em teu fosso de silêncio,
em teu abismo de orgulhosa cólera,
e mal consegues
voltar, trazendo restos
do que achaste
pelas profunduras da tua existência.

Meu amor, o que encontras
em teu poço fechado?
Algas, pântanos, rochas?
O que vês, de olhos cegos,
rancorosa e ferida?

Não acharás, amor,
no poço em que cais
o que na altura guardo para ti:
um ramo de jasmins todo orvalhado,
um beijo mais profundo que esse abismo.

Não me temas, não caias
de novo em teu rancor.
Sacode a minha palavra que te veio ferir
e deixa que ela voe pela janela aberta.
Ela voltará a ferir-me
sem que tu a dirijas,
porque foi carregada com um instante duro
e esse instante será desarmado em meu peito.

Radiosa me sorri
se minha boca fere.
Não sou um pastor doce
como em contos de fadas,
mas um lenhador que comparte contigo
terras, vento e espinhos das montanhas.

Dá-me amor, me sorri
e me ajuda a ser bom.
Não te firas em mim, seria inútil,
não me firas a mim porque te feres.

http://www.acasadastres.com.br

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A Casa das tres e de quem mais chegar.
Muito legal...
Dá uma olhada na página.
Você vai gostar!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

EROS E PSIQUE



pintura - L’enlèvement de Psyché” de William Adolphe Bouguereau“

Psiquê
(Palavra grega que significa tanto alma, como borboleta) era uma jovem tão bela que de todas as partes acorria gente para admirá-la. Passou mesmo a ser objeto de culto, sobrepondo-se a Vênus (Também conhecida como Afrodite, a deusa da beleza e do amor), cujos templos se esvaziaram. A deusa indignou-se com o fato de uma simples mortal receber tantas honras. Pediu a seu filho Eros (Cupido, no panteão romano) , o deus do Amor, que atingisse a jovem com suas flechas, fazendo-a enamorar-se do homem mais desprezível do mundo. Entretanto, ao ver a princesa, o próprio Eros apaixonou-se e, contrariando as ordens da mãe, não lançou suas setas.
Enquanto as irmãs de Psiquê casaram-se com reis, a jovem mortal, cobiçada por um deus, permaneceu só. Apreensivo, seu pai consultou o oráculo de Apólo. Este aconselhou o soberano a levar a filha, vestida em trajes nupciais, até o alto de uma colina. Lá, uma serpente iria tomá-la como esposa. As ordens divinas foram executadas e, enquanto a jovem esperava que se consumasse seu destino, surgiu Zéfiro(Na mitologia grega, é o vento do Oeste). O doce vento transportou-a até uma planície florida, às margens de um regato. Esgotada por tantas emoções, Psiquê dormiu. Quando acordou, estava no jardim de um palácio de ouro e mármore. Ouviu, então uma voz que a convidava a entrar. À noite, oculto pela escuridão, Eros amou-a. Recomendou-lhe, insistentemente, que jamais tentasse vê-lo. Durante algum tempo, apesar de não conhecer o amado, Psiquê sentia-se a mais feliz das mulheres. Saudosa de suas irmãs, pediu ao marido para vê-las. Zéfiro encarregou-se de levá-las ao palácio. Invejosas da riqueza e felicidade de Psiquê, as jovens insinuaram a dúvida em seu coração. Declararam que o homem que ela desconhecia devia ser o monstro previsto pelo oráculo. Aconselharam-na, então, a preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, veria o rosto do marido; com a segunda, poderia matá-lo, se fosse mesmo o monstro. À noite, enquanto Eros dormia, Psiquê apanhou a lâmpada e iluminou-lhe o rosto. Viu, então, o mais belo jovem que já existira. Emocionada com a descoberta, deixou cair uma gota do óleo da lâmpada no ombro do deus. Este despertou sobressaltado e foi embora, para não mais voltar. Afastando-se, disse-lhe em tom de censura: “O amor não pode viver sem confiança”.
Cheia de dor, a jovem pôs-se a errar pelo mundo, implorando o auxílio das divindades. Entretanto, como não quisessem desagradar a Vênus, nenhuma delas a acolheu. Psiquê resolveu dirigir-se à própria Vênus. A deusa encerrou-a em seu palácio e impôs-lhe os mais rudes e humilhantes trabalhos: separar grãos misturados; cortar a lã de carneiros selvagens; buscar um frasco com a água negra do rio Estige. Na primeira tarefa, Psiquê foi ajudada pelas formigas. Na segunda, os caniços da beira de um regato sugeriram-lhe que recolhesse os fios de lã deixados pelos carneiros nos arbustos espinhosos. E, na terceira, uma águia tirou-lhe o frasco da mão, voou até a nascente do Estinge e trouxe-lhe o líquido negro. Finalmente, Vênus incumbiu-a de ir aos Infernos para obter um pouco da beleza de Prosérpina. Uma torre descreveu-lhe o itinerário para o reino das sombras. Orientou-a também para pagar o óbolo ao barqueiro Caronte e abrandar a ferocidade d cão Cérbero, oferecendo-lhe um bolo.
Bem sucedida na prova, Psiquê voltava com a caixa contendo a beleza, quando resolveu abri-la. Imediatamente foi tomada de um profundo sono. Eros, que a procurava, acordou-a, picando-a com a ponta de uma flecha. Em seguida, o deus do amor dirigiu-se ao Olimpo e pediu a Júpiter para esposar a mortal. Foi atendido, mas antes, era preciso que Psiquê recebesse o privilégio da imortalidade. O próprio Júpiter ofereceu ambrosia à jovem, tornando-a imortal. O casamento celebrou-se solenemente entre os deuses. Da união de Eros e Psiquê nasceu a Volúpia.”

Dicionário de Mitologia Greco-Romana

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O Complexo Edipo



Por: Rogério Silva - Psicanálista

Segundo Sigmund Freud, o Complexo de Édipo verifica-se quando a criança atinge o período sexual fálico na segunda infância e dá-se então conta da diferença de sexos, tendendo a fixar a sua atenção libidinosa nas pessoas do sexo oposto no ambiente familiar. O conceito foi descrito e recebeu a designação de complexo por Carl Jung, que desenvolveu semelhantemente o conceito de complexo de Eletra.
Freud baseou-se na tragédia de Sófocles, Édipo Rei, chamando Complexo de Édipo à preferência velada do filho pela mãe, acompanhada de uma aversão clara pelo pai. Na peça (e na mitologia grega), Édipo matou seu pai Laio e desposou a própria mãe, Jocasta. Após descobrir que Jocasta era sua mãe, Édipo fura os seus olhos e Jocasta comete suicídio.
..
O complexo de Édipo é uma referência à ameaça de castração ocasionada pela destruição da organização genital fálica da criança, radicada na psicodinâmica libinal, que tem como pano de fundo as experiências lidinais que se iniciam na retirada do seio materno. Importante notar que a libido é uma energia sexual, mas não se constitui apenas na prática sexual, mas também nos investimentos que o indivíduo faz para obtenção do prazer.
Alguns conceitos em psicologia são particulares de algumas abordagens psicológicas e o complexo de Édipo é um conceito fundamental para a psicanálise, entendido, inclusive, como sendo universal e, portanto, característico de todos os seres humanos. O complexo de Édipo caracteriza-se por sentimentos contraditórios de amor e hostilidade. Metaforicamente, este conceito é visto como amor à mãe e ódio ao pai, mas esta idéia permanece, apenas, porque o mundo infantil resume-se a estas figuras parentais ou aos representantes delas.
...A idéia central do conceito de complexo de Édipo inicia-se na ilusão de que o bebê tem de possuir proteção e amor total, o que é reforçado pelos cuidados intensivos que o recém nascido recebe por sua condição frágil. Esta proteção é relacionada, de maneira mais significativa, à figura materna. Mais ou menos aos três anos, a criança começa a entrar em contato com algumas situações em que sofre interdições. Estas interdições são facilmente exemplificadas pelas proibições que começam a acontecer nesta idade. A criança não pode mais fazer certas coisas porque já está “grandinha”, não pode mais passar a noite inteira na cama dos pais, andar pelado pela casa ou na praia, é incentivada a sentar de forma correta e controlar o esfíncter, além de outras cobranças. Neste momento, a criança começa a perceber que não é o centro do mundo e precisa renunciar ao mundo organizado em que se encontra e também à sua ilusão de proteção e amor total.
O complexo de Édipo é muito importante porque caracteriza a diferenciação do sujeito em relação aos pais. A criança começa a perceber que os pais pertencem a uma realidade cultural e que não podem se dedicar somente a ela porque possuem outros compromissos, como é o caso do trabalho, de amigos e de todas as outras atividades. A figura do pai representa a inserção da criança na cultura, é a ordem cultural. A criança também começa a perceber que o pai pertence à mãe e por isso dirige sentimentos hostis a ele.

Complexo de Edipo

...sentimentos são contraditórios porque a criança também ama esta figura que hostiliza. A diferenciação do sujeito é permeada pela identificação da criança com um dos pais. Na identificação positiva, o menino identifica-se com o pai e a menina com a mãe. O menino tem o desejo de ser forte como o pai e ao mesmo tempo tem “ódio” pelo ciúme da mãe. A menina é hostil à mãe porque ela possui o pai e ao mesmo tempo quer se parecer com ela para competir e tem medo de perder o amor da mãe, que foi sempre tão acolhedora.
Na identificação negativa, o medo de perder aquele a quem hostilizamos faz com que a identificação aconteça com a figura de sexo oposto e isto pode gerar comportamentos homossexuais. Nesta fase, a repressão ao ódio e à vontade de permanecer em “berço esplêndido” é muito forte e o sujeito desenvolve mecanismos mais racionais para sua inserção cultural.
Com o aparecimento do complexo de Édipo, a criança sai do reinado dos impulsos, dos instintos e passa para um plano mais racional. A pessoa que não consegue fazer a passagem da ilusão/superproteção para a cultura, se psicotiza.

terça-feira, 6 de abril de 2010

O descobrimento do outro sexo


*Teresa Artola González

Na última etapa da infância é raro o intercâmbio social entre os sexos. Geralmente as crianças consideram às meninas como umas “cafonas”, enquanto que as meninas consideram os meninos como uns “brutos”. Contudo com a puberdade chega o despertar da sexualidade e um intenso interesse por membros do sexo oposto.
Assim entre os 12 e os 13 anos nas meninas e os 13 ou 14 nos meninos aparece de repente o interesse pelo sexo oposto, ainda que cada adolescente seja um mundo à parte.
As primeiras aproximações menino-menina (10-13 anos) costuma ser de tipo idealizado e romântico. Posteriormente, entre os 13-15 anos o contato começa a ser mais habitual, sendo a forma mais comum de aproximação ao outro sexo através da turma, onde o adolescente se sente mais seguro. Esta é uma idade caracterizada pela vaidade (nas meninas) e o desejo de impressionar as meninas (nos meninos)...
Os pais devemos ser conscientes de que hoje em dia, os jovens de ambos os sexos estabelecem contatos a idades mais precoces que antes. Os pais não devemos opor-nos a estas relações, nem esgotar-lhes com proibições. Deveremos, entretanto ocupar-nos de dar-lhes uma formação adequada e de ajudar-lhes a desenvolver critérios para que tais relações não lhes prejudiquem. Inclusive pode ser adequado que fomentemos ocasiões para que aprendam a estar juntos e tratar-se, principalmente ao final da adolescência, animando-lhes a que dêem alguma festa em casa... Nosso lar deve ser um lugar aberto onde os filhos não tenham reparos em trazer a seus amigos e amigas.
Em algum momento, durante a adolescência, surge o primeiro amor. De repente observa que sua filha permanece sempre introvertida, muda com freqüência de humor, às vezes está radiante e outra parece absorvida na maior tristeza, cochicha continuamente com suas amigas e passa as tardes ouvindo a mesma canção de Alejandro Sanz. “O que está acontecendo?”, pergunta-se. Simplesmente se apaixonou”.
Estas primeiras paixões costumam ter um considerável componente platônico, especialmente nas meninas, mas uma crescente atração física. Isto não deve preocupar-nos, é algo normal a esta idade, mas sim deveremos ajudar-lhe a encaminhar seus efeitos de forma adequada. Deveremos procurar tratar-lhe com compreensão e carinho. O último que devemos fazer é ridicularizar-lhe, tirar-lhe a ilusão ou proibir-lhe esta relação. Contudo deveremos buscar ocasiões para provocar conversas, retomar conversações sobre o significado da sexualidade e o amor, e confidências que lhe ajudem a abrir-se conosco. Igualmente deveremos animar-lhe a que continue saindo com seu grupo de amigas e não se isole.
Não devemos ser ingênuos e ignorar que na sociedade atual confluem uma série de fatores que facilitam que entre as crianças e os adolescentes se produzam cada vez um maior número de casos de precocidade sexual, ou de atividades sexuais que correspondem a um desenvolvimento amadurecedor superior ao qual por sua idade possuem.
Igualmente nossos filhos se vêem bombardeados através dos meios de comunicação, o cinema, as revistas, de toda uma série de mensagens de alto conteúdo sexual, e no pior dos casos inclusive pornográfico. Algumas revistas, específicas para adolescentes, foram denunciadas nos últimos anos devido às sessões sexuais e aos conteúdos incluídos em suas páginas. Além disso muitos pais hoje não encontram tempo ou estão muito cansados para controlar e estar pendentes do que vêem ou fazem seus filhos. Isto facilita o que estes tenham grandes conhecimentos e uma intensa curiosidade no plano sexual.
Igualmente os pais deveremos ter especial cuidado de conhecer os lugares aos quais nossos filhos podem estar freqüentando: conhecer qual é o ambiente destes lugares, que tipo de bebidas se vendem, que tipo de pessoas freqüentam a eles, etc.
Também devemos prevenir-lhes dos inconvenientes e preconceitos que podem supor o comprometer-se em uma relação mais íntima, ou um namoro prematuro, para o qual ainda não estão preparados.
Finalmente, na adolescência tardia, entre os 17 e os 20 anos, é quando o adolescente é capaz de estabelecer uma relação interpessoal mais estável. Ao diminuir seu egocentrismo estará já em condições de manter uma verdadeira relação de pessoa a pessoa. A esta idade o jovem já possui uma maior capacidade para comprometer-se e fazer planos orientados para o futuro. Trata-se de uma pessoa o suficientemente madura, capaz de dominar-se a si própria e estabelecer uma relação interpessoal estável.
continuação...

Em algum momento, durante a adolescência, surge o primeiro amor. De repente observa que sua filha permanece sempre introvertida, muda com freqüência de humor, às vezes está radiante e outra parece absorvida na maior tristeza, cochicha continuamente com suas amigas e passa as tardes ouvindo a mesma canção de Alejandro Sanz. “O que está acontecendo?”, pergunta-se. Simplesmente se apaixonou”.
Estas primeiras paixões costumam ter um considerável componente platônico, especialmente nas meninas, mas uma crescente atração física. Isto não deve preocupar-nos, é algo normal a esta idade, mas sim deveremos ajudar-lhe a encaminhar seus efeitos de forma adequada. Deveremos procurar tratar-lhe com compreensão e carinho. O último que devemos fazer é ridicularizar-lhe, tirar-lhe a ilusão ou proibir-lhe esta relação. Contudo deveremos buscar ocasiões para provocar conversas, retomar conversações sobre o significado da sexualidade e o amor, e confidências que lhe ajudem a abrir-se conosco. Igualmente deveremos animar-lhe a que continue saindo com seu grupo de amigas e não se isole.
Não devemos ser ingênuos e ignorar que na sociedade atual confluem uma série de fatores que facilitam que entre as crianças e os adolescentes se produzam cada vez um maior número de casos de precocidade sexual, ou de atividades sexuais que correspondem a um desenvolvimento amadurecedor superior ao qual por sua idade possuem.
Igualmente nossos filhos se vêem bombardeados através dos meios de comunicação, o cinema, as revistas, de toda uma série de mensagens de alto conteúdo sexual, e no pior dos casos inclusive pornográfico. Algumas revistas, específicas para adolescentes, foram denunciadas nos últimos anos devido às sessões sexuais e aos conteúdos incluídos em suas páginas. Além disso muitos pais hoje não encontram tempo ou estão muito cansados para controlar e estar pendentes do que vêem ou fazem seus filhos. Isto facilita o que estes tenham grandes...


...conhecimentos e uma intensa curiosidade no plano sexual.
Igualmente os pais deveremos ter especial cuidado de conhecer os lugares aos quais nossos filhos podem estar freqüentando: conhecer qual é o ambiente destes lugares, que tipo de bebidas se vendem, que tipo de pessoas freqüentam a eles, etc.
Também devemos prevenir-lhes dos inconvenientes e preconceitos que podem supor o comprometer-se em uma relação mais íntima, ou um namoro prematuro, para o qual ainda não estão preparados.
Finalmente, na adolescência tardia, entre os 17 e os 20 anos, é quando o adolescente é capaz de estabelecer uma relação interpessoal mais estável. Ao diminuir seu egocentrismo estará já em condições de manter uma verdadeira relação de pessoa a pessoa. A esta idade o jovem já possui uma maior capacidade para comprometer-se e fazer planos orientados para o futuro. Trata-se de uma pessoa o suficientemente madura, capaz de dominar-se a si própria e estabelecer uma relação interpessoal estável.

quarta-feira, 31 de março de 2010


INTERPRETE DESENHOS infantis

"Antes eu desenhava como Rafael, mas precisei de toda uma existência para aprender a desenhar como as crianças”. (Picasso)

PÚBLICO ALVO – Educadores pais e pessoas envolvidas em educação de maneira geral.

DIA- 15/04/2010 (inscrições até o dia 12/04/2010)

HORÁRIO - 20h15 às 22h15

Orientadora-Andrea Costa (psicanalista)

LOCAL – Academia Danúbio Azul
Pça. Lourenço de Bellis, 80 – Vila Sabrina.
Fone: 2949 1194

**Certificado e apostila inclusos